Sinopse I Regni di Nashira

Gente o que eu mais gosto aqui é como vocês colaboram pra encontrar novas informações *---*
Obrigada Tami por ter me falado sobre o livro e obrigada Ananda por ter nos mandado o site com a sinopse.

Então vamos lá traduzir:

Nashira é um mundo no qual o ar é o mais raro: só as imensas árvores que recobrem o império de Talaria pode produzi-lo e uma arcana pedra capaz de detê-la. Todas as cidades vivem as sombras delas e um antigo dogma impede os habitantes de olharem diretamente o céu e os seus dois Sois. É assim que Talitha, filha do conde do Reino do Verão, sempre viveu, até a morte súbita da irmã amada que a força a tomar seu lugar no monastério. Mas Talitha é contra aquela vida, com as suas intrigas e suas proibições, estava próximo: O seu destino era a espada, e com seu fiel escravo Saiph planeja fugir. Não sabe ainda que os sacerdotes protegem um segreto: o mundo está para ser destruído, ameaçado por um mal que logo transformará todas as coisas em um pesadelo de fogo, e só um ser de raça desconhecida e, secretamente, preso como herege, sabe como salva-lo. Em um Universo Rigidamente dividido entre escravos e homens livres, fé e duvida, verdade e obscurecimento, Talitha deverá enfrentar uma viagem até as terras mais frias de Talaria e encontrar uma unica resposta para salvar Nashira.
Depois da saga do "Mundo Emerso" a mais amada das autoras de fantasia italiana torna a fascinar com um novo surpreendente mundo, no qual o encanto da viagem se entrelaça a época da batalha.

Traduzido daqui

I Regni di Nashira


Gente to muito chateada, a Tamiris me mostrou o novo livro - acredito que seja isso - que a licia ta lançando, mas eu não acho a sinopse em lugar nenhum. Se chama I Regni di Nashira e eu não faço ideia do que se trate.


Vou deixar ai pra vocês o vídeo e a capa para que fiquem chupando o dedo que nem eu:

video


Comentários sobre "O destino de Adhara"

Oi gente,

To fazendo esse post, pro pessoal que já leu O destino de Adhara - por enquanto eu e a Tami - conversarem sobre o livro. Ou seja VAI CONTER SPOILER, se você for ver os comentários a responsabilidade é toda sua!

Quero fofocar u.u

Prólogo "O destino de Adhara"

          "O homem de preto seguia adiante sem pressa. Movia-se com segurança pelas ruas desertas da cidade, o capuz a encobrir-lhe o rosto, a capa roçando em suas botas. Sombra entre as sombras, virou decididamente a rua que já conhecia. Havia explorado o lugar alguns dias antes.
          A entrada era anônima: uma porta de madeira encimada por uma vigia de pedra. Não precisou olhar o símbolo gravado na arquitrave para saber q havia chegado.
          Parou um momento sabendo que aquele não era seu objetivo principal, pois sua missão era outra.
          - É imprescindível e de vital importância que você encontre o sujeito, está me entendendo? - Dissera Kriss da última vez que haviam se encontrado
          Kriss fitara-o sem acrescentar coisa alguma, para que o homem de preto pudesse avaliar devidamente aquele silêncio e preenche-lo de sentido. Mas ele não era do tipo que podia ser amedrontado tão facilmente.
          Pode funcionar com quem te adora como um deus, mas comigo não dá meu chapa.
          Fizera uma mesura em sinal de respeito e dirigira-se à saída.
          - Não se esqueça do nosso trato - Dissera Kriss, antes de ele superar o limiar da porta.
          O homem de preto detivera-se por um instante. Nunca poderia esquecer, pensou com seus botões.
          E agora, lá estava ele, diante daquela porta. Ainda tinha a possibilidade de parar, de ir embora. De retomar seu caminho e voltar para sua missão.
          Está preparado até para isso a fim de alcançar seu objetivo?, perguntou a si mesmo enquanto os olhos se demoravam nos veios da porta. Não precisou esperar por uma resposta.
          Respirou fundo, de vagar, e desembainhou a espada. Em seguida deu um violento ponta pé na madeira e entrou.
          


          Uma sala de despojados tijolos e teto absurdamente baixo. Era o que o vidente costumava repetir continuamente "É uma solução provisória, precisam ter paciência. Mas pelo menos  nos garante aquele segredo, para nós tão necessário. Podemos pensar em um lugar mais digno quando sosso plano estiver bem encaminhado."
          O espaço oprimente daquele subterrâneo era iluminado por uma série de tochas à parede. o cheiro de mofo confundia-se com o da penetrante fumaça. Homens vestidos de branco perambulavam pelos aposentos, de rostos escondidos por trás de mascaras de bronze, lisas,  com apenas dois furos na altura dos olhos. Portas fechadas, das quais provinham abafados murmúrios e um salmodiar lento, hipinótico. Cheiro de sangue e magia, olor e morte. Naquele pesado silêncio o estrondo de uma porta derrubada ressoou com a violência de uma explosão. Os primeiros Vigias, aqueles mais próximos
às entradas, nem tiveram tempo de perceber o que estava acontecendo. O homem de preto ceifou-os com um único e fluido movimento da espada. As capas brancas tingiram-se de vermelho, as mascaras de bronze caíram no chão, tilintando. Por baixo, rostos torcidos de dor, de dois jovens oficiais e um Ministro.
          Os demais tiveram tempo de ensaiar uma reação, os armados desembainharam as espadas e começaram a lutar, outros fugiram, tentando salvar o que ainda podia. 
          O homem de preto parecia irrefreável. Afinal de contas os inimigos não estavam a sua altura. Durante os longos anos de suas andanças, tivera a oportunidade de enfrentar adversários muito mais tarimbados e as cicatrizes no seu corpo testemunharam cada uma dessas batalhas.
          É nisso que dá a moleza de um mundo que se acostumou com a paz, pensou com desprezo.
          Passos abafados atras dele. Nem precisou olhar. Recitou umas palavras baixinho, e ficou envolvido numa esfera prata. Os punhais levantados contra ele ricochetearam na superfície elástica da barreira.         
           - Um mágico - Sussurrou alguém com horror.
          O homem de preto sorriu com maldade.


{continuando...}


          Adrass trancou a porta com o ferrolho. A sua respiração parecia não encontrar o caminho que, dos pulmões, levava para fora.
          Colocou o corpo na madeira, encostando o ouvido. Estridor de lâminas, gritos, baques de corpos que tombavam no chão.
          O que estava acontecendo? Haviam sido descoberto?
          Começou a tremer. Lutou para não se deixar tomar pelo pânico. Não. Não. O que lhe haviam ensinado não era nada daquilo. Desde a primeira aula, quando pusera os pés lá dentro.
          "Se, porventura, algum dia formos descobertos, só pensem em salvar o nosso trabalho. É a única coisa que realmente importa aqui. Estamos cuidando de algo maios, de um fim superior, não se esqueçam disto."
          Palavras do Vidente. Adrass engoliu seco. Salvar o nosso trabalho.
          Afastou-se resolutamente da porta e dirigiu-se com firmeza às estantes presas a uma pequena parede do cubículo onde se encontrava. Procurou entre os velhos pergaminhos, entre as minuciosas anotações escritas em sua grafia miúda e elegante.  Guardou numa bolsa de couro alguns documentos, rasgou outros. Revistou potes e filtros, remexeu ampolas e ervas. Anos de trabalho. Como escolher o que deveria ser salvo de uma vida inteira de labuta, apenas em poucos momentos apressados?
          Um vago ganido chamou sua atenção para a mesa no meio do aposento.
          Adrasss recuperou a calma. Ali estava o que ele tinha que salvar: a criatura. Era a única coisa que valia a pena levar para fora. Era algo muito mais importante que sua vida desprezível, do que os estudos deles todos. Era tudo.
          Gritos de moças do outro lado da porta.
          Não! Estão matando até elas!
          Chegou perto da mesa, desatou as tiras de couro que prendiam a criatura, libertou-a. Segurou-a rudemente pelos ombros forçando-a a se levantar.
          - Vamos lá, acorde, acorde logo! - Disse-lhe dando uns tapas na face. Mas ela permanecia inerte em seus braços, seus olhos entreabertos que pareciam não vê-lo. Do outro lado da porta ruídos mais violentos. Os inimigos estavam se aproximando.
          O coração de Adrass pulou descontrolado.
          - Morrerei, mas nosso trabalho não será perdido. Sim morrerei, mas nosso trabalho não terá sido em vão... - Repetia como um mantra as frases que o haviam ensinado quando se tornara Vigia.
          Se pelo menos colaborasse!, surpreendeu-se ao pensar quase com raiva. Por que a criatura não acordava?
          Puxou-a para longe da mesa, com força, ela desmoronou inerte no chão. Mal conseguia mexer os lábios.
          Adrass pegou uma ampola com água e derramou-a em cima da criatura. Ela estremeceu. 
          - Isso mesmo, muito bem... Preste atenção. Segurou pelos ombros, fitou-a nos olhos, olhos apagados. Talvez ainda fosse cedo de mais... Procurou afastar o pensamento.
          - Agora vamos sair daqui, está entendendo? Preste atenção!
          Um vislumbre de vaga compreensão animou os olhos da criatura. 
          - Isso mesmo, é assim que se faz!
          Um estrondo do outro lado da porta. Adrass Estremeceu. Segurou o corpo por trás, voltou a levanta-lo e arrastou-o consigo.
          Conseguiu alcançar um botão na parede. Uma pequena parte do muro estalou relevando um caminho estreito e escuro.
          - Procure manter-se em pé, eu lhe peço... - gemeu.
          Curvou-se para entrar na passagem. A criatura se queixava, mas finalmente começou a mexer-se.
          -Isso mesmo, vamos lá...
          Roçava nas paredes úmidas de musgo.Logo atrás, a criatura avançava a duras penas. Os ruidos de luta abafaram-se a distância, e o coração de Adrass deteve sua louca corrida.
          Posso conseguir, acho que posso conseguir...
          - Por aqui! - Berrou, virando-se ao chegar na primeira bifurcação e continuou em frente, até parar diante de uma parede.
          - Chegamos, chegamos - disse mais para sim mesmo do que para a criatura. Com mãos tremulas empurrou um tijolo e, à sua frente, descortinou-se um minúsculo aposento.Segurou o braço da criatura e empurrou-a para dentro. Ela ensaiou um gemido de queixa. Quando passou a mão no seu rosto percebeu que estava molhada. Ela estava chorando. Por um momento, o homem ficou com pena, sentiu um aperto no coração.
          Lembrou das palavras do Vidente: "As criaturas são apenas meros objetos. São instrumentos da nossa salvação, e é desse jeito que devem ser consideradas. Não pensem nelas como pessoas; não são nada disto. Livrem-se de qualquer pena ou afeição que possam porventura sentir por elas: Estes sentimentos seriam meros estorvos pro cumprimento da nossa mição."
          Adrass recuperou o controle de si mesmo.
          - Agora fique em silêncio, está entendendo? Fique aqui, não se mexa e espere por mim. Não vou demorar, está bem?
          A criatura anuiu molemente.
          - Isso mesmo! - Adrass não conteve um sorriso. - Não saia daqui por nenhum motivo.
          Fechou então a porta de tijolos e ficou ali, parado, por alguns instantes. Talvez a criatura tivesse compreendido. Concedeu-se alguns momento de descanso. Já podia morrer em paz, agora. Quem sabe aquele ser patético que jazia do outro lado pudesse, de fato, salvar a todos. De qualquer maneira tinha cumprido seu dever: Fez o caminho de volta.
          
          O homem de preto não se deteve diante de coisa alguma. Já fazia um bom tempo que não se entregava à tamanha fúria, desde aquele longínquo dia que fora capturado e travara conhecimento com Kriss. A sensação do próprio corpo que se movimentara com precisão, o leve entorpecimento dos músculos sob tensão, o cheiro de sangue... era algo que o inebriava, que lhe dava prazer.
          Matou todos, indistintamente. Os soldados, os mandatários, os jovens e os velhos, e as moças, principalmente as moças. Afinal de contas tinha vindo por causa delas. Pobres coisinhas nas mãos daqueles bruxos insanos.  Por um momento chegou até a pensar que estava lhes fazendo um favor.
          Aqui está o mundo que você ajudou a criar, Mestre. Talvez você tivesse certo naquele dia que resolveu ir embora e repudia-lo.
          Em seguida derrubou a derradeira porta. Ele estava lá, segurando antigos livros e pergaminhos. Seus dedos tremiam. O Vidente , o chefe daquela turma de loucos.
         O homem de preto avançou de vagar. Atrás dele sua espada deixara um rastro de sangue.
          - Um só homem? - Disse o Vidente incrédulo.
          - Só um - Respondeu ele com um sinistro sorriso.
          O vidente deu um passo para trás encostando-se na parede.
          - Quem o mandou?
          - Ninguém. E mesmo que lhe contasse quem é meu soberano, você não saberia de quem estou falando.
          O vidente ficou por alguns instantes calado.
          - Nós estamos salvando o Mundo Emerso, será que não se dão conta disto? Continuam prestando atenção nos delírios daquela velha doida? Sem nós só haverá caos e morte!
          - Não dou a mínima para caos e morte e muito menos para a salvação do mundo.
          Apesar da mascara que lhe ocultava o rosto, o homem de preto percebeu todo o desespero do vidente.
          - Você não passa de um louco.
          - Pode ser.
          Um só golpe de espada, o Vidente tombou no chão.
          A Congregação dos Vigias tinha deixado de existir."






Ufa terminei!
Espero que gostem, agora vou terminar de ler.

Hora do morram de inveja da Gabi kk'

Oioi meus amores,
       

               Adivinhem adivenheem! To muito feliz! Por que? Porque meu Destino de Adhara CHEGOU!

               Agora você se pergunta: É só isso?  O post é só sobre isso?
               Sim é só sobre isso aushuashsahu o título já diz! Então vou-me indo porque tenho que ler!




(Gente eu não sou metida assim tá, mas tinha que mostrar toda minha alegria pra vocês!)


(nemvodadicaraoMarquesissou.u)
 
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